Os livros são por excelência a casa das letras, mas vivem cada vez mais no mundo dos números. Nos lares digitais entre zeros e uns. Nas estradas dos gigas, megas e terabytes. O tsunami digital transformou profundamente o quadro da literacia, trazendo à costa novas tecnologias que têm revolucionado a forma como lemos e escrevemos.

Desde os Ipads aos Kindles, dos ebooks aos audiobooks, passando pelas redes sociais e, mais recentemente, pela inteligência artificial que ganha cada vez mais protagonismo no domínio dos livros. Apesar da força digital, é na sua composição física, na sua essência original, que os livros têm perdurado no tempo. Sob a forma de legados. Enquanto símbolos tangíveis de grandes ideias e pensamentos.

Está provado que a intimidade e experiência sensorial da leitura de um livro impresso não pode ser igualada por qualquer outra forma de media.

Ainda assim, permitiremos a sua descontinuação?